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Em novembro de 2008 instituía-se o Centro de Pesquisa Fórmulas e Estereótipos: Teoria e Análise, o FEsTA, que reuniu desde sua fundação pesquisadores de diferentes níveis e de diversas instituições, como consequência de uma experiência coletiva que vinha se estabelecendo em torno dos trabalhos de alunos, ex-alunos e colegas do professor Sírio Possenti, e também de uma nova proposta estatutária do Instituto de Estudos da Linguagem – IEL, na Unicamp.

Em linhas gerais, a proposta consiste na criação de núcleos formados “por iniciativa única e soberana dos pesquisadores que julgarem interessante a forma proposta de associação e organização” e “seu caráter de associação voluntária, autônoma e determinada para o desenvolvimento de certas pesquisas deve prevalecer sempre contra qualquer injunção de ordem burocrática” (http://www.iel.unicamp.br/pesquisa/centros.php). Essa orientação institucional logo encontrou eco no grupo que vinha se reunindo em seminários sobre as pesquisas em curso (mestrandos e doutorandos sobretudo, mas também trabalhos de outros âmbitos da pesquisa acadêmica), e também propondo mesas e simpósios em encontros variados, além da permanente troca por meio de um e-group, que aos poucos constituía um banco de dados de interesse comum e inspirava leituras coletivas, numa busca por qualificar as discussões epistemológicas e garantir rigor nas análises dos objetos que se delineavam nas pesquisas.

Essas práticas, não tão sistemáticas, ganharam novos contornos com a possibilidade de oficializar um espaço que, da ordem da institucionalidade, condicionava procedimentos mas, ao mesmo tempo, acolhia diferentes formas de trabalho. Assim, parecia abrigar bem o funcionamento desse grupo, em boa medida pautado por “questões de fronteira” e por uma certa atitude diante delas.

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